Casa da Linguagem

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

O aumento dos índices da criminalidade na adolescência


Shirley Vilhena
Em épocas passadas, as pessoas podiam dormir e passar o dia todo com sua casa aberta, sem ter medo de alguém estranho entrar em sua residência. Pena que aquela época se passou e o cenário atual é bem diferente, porque as pessoas são vítimas de insegurança.

Se pararmos para observar bem, a maioria das casas são gradeadas, as pessoas já não se sentam mais com tanta freqüência na porta de suas casas com medo de assaltos ou até mesmo seqüestros relâmpagos.

A maioria dos assaltos é realizado por adolescentes entre dezesseis e dezessete anos, que usam o seguinte argumento para se defender: “sou menor de 18 e, por isso não posso ir pra cadeia”. E quando lhes perguntam o que os motivou a praticar tal ato as respostas mais freqüentes são: “não sei, queria dinheiro para comprar roupa”, ou então, “queria ajudar minha família”.
Talvez possa até ser um caso de falta de estrutura familiar ou a pobreza com que estes vivem, mas isso não justifica os atos que cometem. E a pergunta que fica sem respostas: por que não trabalham? Existem muitas pessoas que passam dificuldades, mas que nunca precisaram entrar no mundo do crime para sobreviver.
Deve haver um tipo de revisão sobre as leis que protegem os menores, pois, caso não haja qualquer tipo de intervenção ou revisão, os índices de criminalidade entre estes só tendem a aumentar.

A democratica corrupcão no Brasil.


Sebastião Gato

Brasileiros e brasileiras, mais uma vez um candidato vai até você pedir o seu voto prometendo trabalhar em seu favor. Assim como os discursos, os políticos parecem ser os mesmos.

A cada dois anos o brasileiro é obrigado a se encontrar com uma urna de votação. Suas esperanças e indignações estão à flor da pele, promessas, promessas e mais promessas. Tudo igual. Quem tenta chegar ao poder legislativo já está vendido para o futuro executivo que por sua vez escolherá o judiciário. O povo, as vezes, não consegue ver a super exploração dos poderes, pois o executivo tem uma bancada no legislativo. Na esfera estadual e federal o executivo escolhe o presidente da Corte Judiciária.

Como seria bom para uma nação se os poderes fossem independentes. Com certeza, aqueles políticos compromissados com o povo poderiam aparecer e o país teria um desenvolvimento humano. O povo não consegue acreditar. O que antes era exceção agora virou regra: há ladrão em qualquer profissão. Afinal, o homem é produto do meio em que vive? Baseando-se nisso, os políticos conseguem agir sem se sentirem culpados.

Bullying: agressor e agredido?


Shirley Vilhena

O termo Bullying surgiu a menos de uma década, por isso não é considerado muito antigo. Esta expressão foi criada a fim de justificar os atos de violência física, verbal e não verbal entre pessoas, em especial as que ocorrem no âmbito escolar.
Embora muitas pessoas já tenham ouvido falar, nem todas imaginam as conseqüências que geram na vida do “agressor” e do agredido. Praticamente todos os dias, escutamos ou vemos alguém declarar que foi agredido ou humilhado.
A grande maioria dos casos de Bullying acontece nas escolas entre os próprios alunos e podem ser observadas no modo de falar, pensar ou agir. Vejamos o exemplo de uma criança que foi criada a base de ignorância, terror ou humilhação, enfim, sem uma estrutura familiar. Esta, terá uma forte tendência a ter distúrbios psicológicos e vir a tornar-se um agressor, querendo justificar um trauma de infância.
O motivo que leva os “agressores”’ a cometerem o Bullying é alguma violência que já sofreram ou apenas por diversão dos mesmos. Após a agressão, em alguns casos a vítima passa a ter medo de ir a escola, das pessoas ou de sair sozinha na rua, ocasionando transtornos mentais e psicológicos, se auto excluindo da sociedade.
Portanto, é necessário para o combate e o enfrentamento do Bullying a criação de leis voltadas para as relações família – professor – aluno. Com a aplicabilidade destas leis acredita-se que os casos de Bullying em nossa sociedade diminuiriam.