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domingo, 11 de setembro de 2011

Bullying.

Leonam da Costa

Os jovens de hoje não tem mais aquele respeito às pessoas como antigamente. Agora só é briga. Violência de todos os tipos, verbal, física e outras.

O Bullying é um tipo de violência em que agressores colocam apelidos, ofendem e batem vítimas. As escolas falam que não têm culpa. Porém, se as escolas colocassem mais segurança, a ajuda de psicólogos, palestras diariamente, poderiam sim melhorar a situação.

Segundo o médico pediatra Lauro Monteiro, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção a Infância e Adolescência (ABRAPIA) e que estuda o fenômeno a anos diz que “os colégios que afirmam não ter Bullying não sabe o que é, ou está negando sua existência”.

O Bullying está também na internet, de onde deriva a expressão “cyberbullying”. As pessoas que estão na internet deveriam fazer sites contra o Cyberbullying. Acredito que esta atitude poderia diminuir o problema do Bullying.

Bullying: uma questão de comportamento.

Luana Rufino


O Bullying é um problema social que atinge crianças, adolescentes e adultos. Uma prática que é usada no sentido de zoar, ofender ou agredir, na qual são muito comuns tais acontecimentos em ambientes escolares.

Este fenômeno tem se alastrado dentro das escolas, sendo elas da rede pública ou particular de ensino, dessa forma, gerando sérias conseqüências às vítimas. Uma delas é o baixo rendimento escolar seguido de perda de apetite e isolamentos. O problema acaba se agravando ao ponto de depressões ou até mesmo suicídio.

Diante deste cenário, eis o seguinte questionamento na sociedade: “O que tem levado muitos indivíduos a desenvolverem tal comportamento agressivo?” Talvez sejam ausência de amizades sadias, falta de carinho, amor, atenção ou cuidado dos pais, maiores responsáveis pelos filhos.

Dado o exposto, é preciso que o Estado, a sociedade e as escolas desenvolvam projetos de combate ao Bullying. E assim, cada um exercerá seu papel perante está prática, com o objetivo de extinguir ou amenizar este fenômeno.

Bullying: causas e soluções

Emanuelle Sousa


Bullying. A maioria das pessoas já presenciaram ou sofreram esses tipos de agressões que podem ser físicas ou psicológicas e agora, recentemente tomou conta também do mundo virtual, com o Cyberbullying. Mas como acabar com esse tipo de violência que às vezes deixa sequelas para o resto da vida?

Identificando o problema já é um passo importante. Caso a criança ou adolescente mudar de comportamento, ficar retraído, triste ou dar sempre desculpas para faltar à escola, estes podem ser indícios de que esteja sofrendo Bullying.

No caso dos agressores, a falta de limites dos pais em casa, ou na grande maioria dos casos, por já terem sofrido Bullying, são inseguros e acabam projetando no outro esses medos e inseguranças.

Há inúmeras soluções para que essas práticas de violência não ocorram. Entre elas, a participação da família é uma das mais importantes. É preciso que os pais estejam interessados na vida escolar do filho, procurando saber sobre seu rendimento ou como é sua relação com os outros alunos, sempre dialogando com eles.

Para que o Bullying não se torne algo comum e banal na vida dos alunos é preciso que as escolas estejam comprometidas e engajadas em relação ao assunto. Isso pode se dar por meio de palestras e conversas com psicólogos, sempre mostrando ao aluno o respeito não só a si, mas principalmente para com o outro.

sábado, 10 de setembro de 2011

A omissão é o maior aliado do Bullying

Márcia Siqueira

A palavra Bullying é de origem inglesa e não tem tradução exata para o português. É um termo utilizado para definir todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas que ocorrem dentro e fora das escolas.

Os que praticam Bullying agem através da intimidação e humilhação com a clara intenção de subjugar e de impor sua autoridade sobre outrem, que em sua grande maioria são crianças ou adolescentes menores e passivas, que acabam por se tornarem suscetíveis à agressão.

Os agressores justificam que agem com violência porque um dia também já sofreram abusos, seja no ambiente escolar ou familiar. Neste caso, deveriam ser tratados por psicólogos e outros especialistas para aprenderem a conter tanta raiva.

As escolas, assim como as famílias precisam estar atentos aos sinais que as vítimas de Bullying apresentam, como o isolamento, o desinteresse pela escola, o déficit de concentração e a dificuldade de aprendizagem, acarretando na maioria das vezes na evasão escolar.

Levar o assunto a sério e manter um diálogo aberto é um bom caminho para combater o Bullying, que tem na omissão o seu maior aliado. É preciso todos assumirem seus papéis, pois Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola. Direção, docentes, alunos e a participação ativa da família neste espaço.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Semente desumana

Redatora:
Gabrielle Machado


O Bullying é um dos problemas mais discutidos hoje no Brasil. O abuso do poder, atitudes agressivas, a discriminação feita por alguns cidadãos contra uma única pessoa, são situações estas que estão cada vez mais frequentes e sem restrições. Seja ela praticada em uma escola ou nas universidades.

Em alguns casos a família tem grande influência por não haver diálogo entre pais e filhos e, menos ainda, não dar orientações devidas. Em outros casos, por a família ser a base da educação e do respeito, em algumas situações, a criança por conviver e presenciar cenas de violência em casa, acaba influenciando seu caráter, tornando-se assim agressiva, refletindo no seu comportamento social o que convive.

É comum nos noticiários vermos casos de opressões nas escolas partidas de alunos ou até mesmos dos próprios educadores fazendo com que a vitima perca o interesse em ir a escola, afetando seu psicológico e o individuo passando a aparentar medo e frustrações. Situações estas que podem ser refletidas negativamente no futuro. Como exemplo, podemos citar o fato ocorrido em Realengo, no Rio de Janeiro, onde Wellington, um adolescente, entrou em sua antiga escola e assassinou vários alunos. Provavelmente o mesmo havia sido vitima de Bullying na infância, e como consequência resultou este infeliz acontecimento.

A pratica do Bullying já é antiga. Mas ainda tem tomado grandes repercussões por ter se tornado cada vez mais freqüente. Este ato deve ser combatido. As instituições educacionais devem realizar palestras educativas, sociais e dinâmicas e os pais devem estar mais atentos as atitudes diferentes de seus filhos.

Bullying, isso deve acabar!

                                                                            Redator:
Bruno Gonçalves Corrêa

Muitas pessoas pensam que o Bullying é somente agressão física. Mas, não é verdade. Ocorre também na forma de apelidos, zoações, encarnações ou agressões verbais. As pessoas que geralmente sofrem Bullying são aquelas tímidas, inteligentes, que respondem tudo na sala de aula: os “nerds”. Dificilmente elas contam para alguém devido terem medo de algum tipo de repressão.

O Bullying não acontece só nas escolas, mas também nas empresas, nas praças e às vezes até na própria casa. Na maioria das vezes o agressor é aquele que não tem uma vida familiar boa, ou seja, não foram educados ou não tiveram amor na sua própria casa.

Penso que para acabar com isso, é necessário ter um acompanhamento psicológico e mais diálogos com os pais. É indispensável haver uma parceria da sociedade com as escolas e as famílias. Assim, iremos acabar ou pelo menos amenizar o Bullying.

O Bullyng e a sociedade.

                
                    Sebastião Gato

O Bullying é uma prática violenta e discriminatória que existe há muito tempo no mundo e somente agora ganhou destaque na sociedade através da mídia informativa. Precisamos banir esta pratica de humilhar as pessoas de dentro das empresas, escolas, internet, ruas, ou seja, de todos os lugares.

Essa forma do ser humano, de demonstrar superioridade contra outra pessoa só acontece quando há platéia, seja real ou virtual.

Aquele ou aquela que se acha melhor que o seu semelhante, precisa demonstrar isso para as demais pessoas, de onde arranca elogios e respeito. Geralmente ataca suas vítimas quando está perto do seu grupo, e assim, o “bullynado” fica com medo de reagir e ser ainda mais “chincalhado”.

Em algumas cidades do Brasil como Bragança no estado do Pará, o Bullying a pessoas da terceira idade e deficientes era passado de pai para filho. Essa constatação ocorreu quando se via crianças e adolescentes "atentando" essas pessoas. Seus pais ou parentes ficavam rido, afinal já fizeram isto também quando jovens.

A educação e conscientização das pessoas através da família, escolas, meios de comunicação e governos, são meios eficazes de combater o Bullying.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A brincadeira que não tem graça

        Ada Cristina Silva


Bulling. Palavra que se banalizou no cotidiano brasileiro como uma das formas de violência, não só física como psicológica, que expõe a vítima a situações vexatórias e até mesmo traumatizantes.

O que nos faz destacar, uma frase de Thomas Hobbes, “O homem é o lobo do homem”, em que podemos ressaltar que o ser humano está totalmente desprovido de sentimentos, o que o faz achar que é superior ao outro, podendo ter por decorrência disso atitudes discriminatórias e humilhantes.

A escola, ainda é o lugar de maior índice de bulling. Onde alunos ”valentões”, perseguem, humilham, isolam e ofendem os outros que são considerados mais vulneráveis a esse tipo de ação, interpretada pelos agressores, como “brincadeira”. Dessa forma o que era para ser um lugar de convivência social, educação e aprendizagem, se torna um local de repúdio para as vítimas.

Os possíveis alvos de bulling podem apresentar conseqüências da agressão como, depressão, baixa auto- estima, introversão, estresse, atitudes de auto- flagelação, evasão escolar e em casos extremos o suicídio. Já os autores desse tipo de violência podem futuramente se tornar adultos agressivos e praticantes de ações criminosas.

Na Bahia, em fevereiro de 2004, um adolescente de 17 anos, armado com um revólver, matou um colega e a secretária da escola de informática onde estudou. Ele foi preso e o delegado que investigou o caso disse que o menino sofria certas brincadeiras que rebaixavam sua personalidade. Episódios como esse que terminam em homicídio são muitas vezes motivados por humilhações que a vítima sofreu em silêncio.

Em vista dos argumentos apresentados, é necessário que a violência nas escolas, não seja encarada como uma brincadeira, o primeiro passo é a instituição de ensino reconhecer o problema, e em segundo reunir professores e pais, pois afinal à forma de conscientização não é dever só da escola, é principalmente da família. Uma boa estrutura familiar é fundamental para a formação desses alunos. O diálogo é imprescindível e deve estar totalmente desprovido de quaisquer estereótipos para que assim esse assunto possa ser debatido e solucionado gradativamente.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O bullying como forma de violência.

Rozilene

Muito se tem falado do Bullying, que se refere a formas violentas, gerando problemas nas escolas como discriminação, ignorância, ferimentos e outras possibilidades de agredir as pessoas sem ter a capacidade de se defender.

A maioria dos estudantes começam colocando apelidos em outros colegas, ou seja, começam defendendo os amigos, chamando de gordinho. Com isso, o individuo acaba se sentindo angustiado. Assim, se torna uma violência agressiva como um suicídio. Será que um dia isso vai mudar?

Impossível. Porque os jovens não respeitam o ser humano, acabam se tornando agressores, causando várias agressões como aterrorizações e morte. Os adolescentes que sofrem Bullying no colégio, podem se tornar adultos de maneira negativa, podendo inclusive contrair comportamentos agressivos através de brigas, ameaças e humilhações. São fatos que geralmente acontecem dentro das escolas.

Portanto, o governo deve organizar campanhas contra a violência escolar para amenizar os casos de crimes que acontecem nos colégios pelos próprios alunos que praticam Bullying.

Bullying: agressor e agredido?


Shirley Vilhena

O termo Bullying surgiu a menos de uma década, por isso não é considerado muito antigo. Esta expressão foi criada a fim de justificar os atos de violência física, verbal e não verbal entre pessoas, em especial as que ocorrem no âmbito escolar.
Embora muitas pessoas já tenham ouvido falar, nem todas imaginam as conseqüências que geram na vida do “agressor” e do agredido. Praticamente todos os dias, escutamos ou vemos alguém declarar que foi agredido ou humilhado.
A grande maioria dos casos de Bullying acontece nas escolas entre os próprios alunos e podem ser observadas no modo de falar, pensar ou agir. Vejamos o exemplo de uma criança que foi criada a base de ignorância, terror ou humilhação, enfim, sem uma estrutura familiar. Esta, terá uma forte tendência a ter distúrbios psicológicos e vir a tornar-se um agressor, querendo justificar um trauma de infância.
O motivo que leva os “agressores”’ a cometerem o Bullying é alguma violência que já sofreram ou apenas por diversão dos mesmos. Após a agressão, em alguns casos a vítima passa a ter medo de ir a escola, das pessoas ou de sair sozinha na rua, ocasionando transtornos mentais e psicológicos, se auto excluindo da sociedade.
Portanto, é necessário para o combate e o enfrentamento do Bullying a criação de leis voltadas para as relações família – professor – aluno. Com a aplicabilidade destas leis acredita-se que os casos de Bullying em nossa sociedade diminuiriam.

Bullyng nas escolas.

Daniele Alves 


O Bullying não é praticado somente nas escolas e sim também nas ruas, internet, e trabalho. Infelizmente, muita gente não sabe o que é Bullying.

Quem pratica o Bullying sofreu com ele. Já foi ofendido, maltratado e se sente no direito de ofender ou maltratar também.

Na escola Camilo Salgado em Belém, já aconteceram vários tipos de agressões entre alunos e alunos de outros colégios. A dois anos atrás, pela parte da tarde, um aluno levou um tiro na cabeça dentro da escola. E, mesmo acontecendo tal fato ninguém da escola Camilo Salgado se movimentou para fazer algo. O que fazer para se evitar o Bullying?

As escolas deveriam adotar medidas para acabar com o Bullying, como, mais policiamento, palestras, projetos que envolvessem os alunos e os incentivassem a não cometerem o Bullying. As escolas poderiam dar temáticas para os alunos trabalharem redações, por exemplo: “Bullying, isso não é comigo! Todos precisam de respeito”. É através destas medidas que os alunos perceberão que a melhor forma de agir não é com violência e sim com respeito.