Casa da Linguagem

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domingo, 11 de setembro de 2011

Todos na mira da internet.


Maria Lídia Vasconcelos

Redes sociais como facebook, orkut, blogs e fotoblog viraram moda. As pessoas se renderam completamente ao mundo da internet, cheio de ilusões e fantasias. Mundo esse tão fantasioso do qual deveríamos nos proteger, principalmente contra os crimes ocorridos na internet.

Os sites de relacionamento foram criados basicamente para que as pessoas pudessem interagir com os amigos e para conhecer gente nova. E é exatamente aí que está o perigo – conhecer gente nova. Afinal, nesses sites de relacionamentos criam-se perfis com informações que podem ou não ser verdadeiras, ou seja, nós nunca sabemos com quem realmente estamos falando.

Na internet, qualquer um pode ser quem quiser. Uma menina de quinze anos pode se passar por uma mulher, um homem pedófilo pode se passar por uma criança ou qualquer outra pessoa que bem entender.

Infelizmente, os casos de pessoas que são enganadas virtualmente, que saíram para encontrar outras que conheceram na internet e que terminaram de forma trágica não são raros. Um dos casos que mais tiveram repercussão na mídia paraense foi o da menina encontrada em uma lixeira na frente de um supermercado, após ter saído de casa para se encontrar com alguém que havia conhecido na internet há pouco tempo.

É muito importante sabermos sempre com quem estamos nos comunicando de verdade. Procurar meios como: amigos em comum ou mais informações pessoais. Devemos também ser cautelosos ao nos expormos de mais. Informações em excesso sobre nossa vida pessoal pode ser tudo que “bandidos” precisam para nos atrair.

sábado, 10 de setembro de 2011

A omissão é o maior aliado do Bullying

Márcia Siqueira

A palavra Bullying é de origem inglesa e não tem tradução exata para o português. É um termo utilizado para definir todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas que ocorrem dentro e fora das escolas.

Os que praticam Bullying agem através da intimidação e humilhação com a clara intenção de subjugar e de impor sua autoridade sobre outrem, que em sua grande maioria são crianças ou adolescentes menores e passivas, que acabam por se tornarem suscetíveis à agressão.

Os agressores justificam que agem com violência porque um dia também já sofreram abusos, seja no ambiente escolar ou familiar. Neste caso, deveriam ser tratados por psicólogos e outros especialistas para aprenderem a conter tanta raiva.

As escolas, assim como as famílias precisam estar atentos aos sinais que as vítimas de Bullying apresentam, como o isolamento, o desinteresse pela escola, o déficit de concentração e a dificuldade de aprendizagem, acarretando na maioria das vezes na evasão escolar.

Levar o assunto a sério e manter um diálogo aberto é um bom caminho para combater o Bullying, que tem na omissão o seu maior aliado. É preciso todos assumirem seus papéis, pois Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola. Direção, docentes, alunos e a participação ativa da família neste espaço.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

HIV contra o crime!

                                                                           Redatores
Rozileni Serrão
Sebastião Gato



Médica utiliza-se de seringas contaminadas para afastar ladrões. Observemos o que a pessoa é capaz de fazer para se proteger de assaltos.

Depois de ter sua casa invadida duas vezes por bandidos que furtaram televisão, máquina fotográfica, cortador de grama e secador de cabelo, uma médica tomou a atitude de colocar várias seringas na grade de sua casa com um cartaz que dizia: "Muro com sangue H.I.V. positivo. Não pule!". Por ela ter agido desta maneira, chamou a atenção dos moradores, que se revoltaram contra a atitude da médica.

É lamentável que uma médica utilize-se desses mecanismos para aumentar a segurança de sua casa, ao invés de dispor de métodos corretos como cerca elétrica, cachorros ou vigilantes. Enfim, outros meios que realmente se usam para proteger uma residência.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Bullying: agressor e agredido?


Shirley Vilhena

O termo Bullying surgiu a menos de uma década, por isso não é considerado muito antigo. Esta expressão foi criada a fim de justificar os atos de violência física, verbal e não verbal entre pessoas, em especial as que ocorrem no âmbito escolar.
Embora muitas pessoas já tenham ouvido falar, nem todas imaginam as conseqüências que geram na vida do “agressor” e do agredido. Praticamente todos os dias, escutamos ou vemos alguém declarar que foi agredido ou humilhado.
A grande maioria dos casos de Bullying acontece nas escolas entre os próprios alunos e podem ser observadas no modo de falar, pensar ou agir. Vejamos o exemplo de uma criança que foi criada a base de ignorância, terror ou humilhação, enfim, sem uma estrutura familiar. Esta, terá uma forte tendência a ter distúrbios psicológicos e vir a tornar-se um agressor, querendo justificar um trauma de infância.
O motivo que leva os “agressores”’ a cometerem o Bullying é alguma violência que já sofreram ou apenas por diversão dos mesmos. Após a agressão, em alguns casos a vítima passa a ter medo de ir a escola, das pessoas ou de sair sozinha na rua, ocasionando transtornos mentais e psicológicos, se auto excluindo da sociedade.
Portanto, é necessário para o combate e o enfrentamento do Bullying a criação de leis voltadas para as relações família – professor – aluno. Com a aplicabilidade destas leis acredita-se que os casos de Bullying em nossa sociedade diminuiriam.