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terça-feira, 6 de setembro de 2011

O jovem frente a democracia


Sâmera Oliveira Lima

A política foi inventada pelos humanos como modelo pelo qual pudessem expressar suas diferenças e conflitos, sem transformá-los em uma guerra total, em uso da força e extermínio recíproco.

O mundo exige dos jovens que se arrisquem. Que se metam onde não são chamados. Que sejam encrenqueiros e barulhentos, enfim, exijam o impossível. Resta construir o mundo de amanhã e parte deste trabalho é votar. Não somente cumprir uma obrigação com sangue fervendo nas veias e, sim saber realmente o que se está fazendo.

Um adolescente com dezesseis anos de idade já tem o direito de votar, mas não é obrigado diretamente, pois na maioria das vezes votam por votar ou por alguma troca de favores. Antigamente, as “caras pintadas” que eram formados por jovens, fizeram uma revolução por serem espontâneos no que pensavam e no seu modo de ver a sociedade que estava acomodada com o que acontecia. O nosso ex-presidente e a atual presidenta, são exemplos de jovens que cedo vêm brigando pela democracia frente à política brasileira.

A democratica corrupcão no Brasil.


Sebastião Gato

Brasileiros e brasileiras, mais uma vez um candidato vai até você pedir o seu voto prometendo trabalhar em seu favor. Assim como os discursos, os políticos parecem ser os mesmos.

A cada dois anos o brasileiro é obrigado a se encontrar com uma urna de votação. Suas esperanças e indignações estão à flor da pele, promessas, promessas e mais promessas. Tudo igual. Quem tenta chegar ao poder legislativo já está vendido para o futuro executivo que por sua vez escolherá o judiciário. O povo, as vezes, não consegue ver a super exploração dos poderes, pois o executivo tem uma bancada no legislativo. Na esfera estadual e federal o executivo escolhe o presidente da Corte Judiciária.

Como seria bom para uma nação se os poderes fossem independentes. Com certeza, aqueles políticos compromissados com o povo poderiam aparecer e o país teria um desenvolvimento humano. O povo não consegue acreditar. O que antes era exceção agora virou regra: há ladrão em qualquer profissão. Afinal, o homem é produto do meio em que vive? Baseando-se nisso, os políticos conseguem agir sem se sentirem culpados.